BLOG DE BRINCADEIRAS E DE DESENHOS ANIMADOS . ANDA BRINCAR COM OS MEUS AMIGOS . O RUCA ,O NODDY, A KITTY, O PATETA, O PATO DONALD, O MICKEY, E MUITOS MAIS. VEM TAMBÉM VER TANTOS ANIMAIS GIROS QUE FAZEM DISPARATES.
PARA VOS NOSSOS AMIGOS DO BRASIL, DE PORTUGAL , DE MOÇAMBIQUE, DE CABO VERDE, DE MACAU , DA SUIÇA, DE ITÁLIA , DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA , DO JAPÃO, DA HOLANDA , DA FRANÇA E DE TODAS AS NAÇÕES DO MUNDO ............ UM FELIZ NATAL COM PAZ E ESPERANÇA!!
Título original: G-Force De: Hoyt Yeatman Com: Sam Rockwell (Voz), Penélope Cruz (Voz), Nicolas Cage (Voz), Will Arnett (Voz) Género: Animação, Aventura Classificacao: M/6
EUA, 2009, Cores, 88 min.
ntura a 3D sobre a Força-G, programa governamental norte-americano para formação de espiões de quatro patas. Na Força-G, estão as cobaias Darwin (voz de Sam Rockwell), que lidera a equipa com coragem, disposto a tudo para provar o que vale; Blaster (Tracy Morgan), perito em munições e obcecado por experiências radicais; Juarez (Penélope Cruz), uma muito sexy entendida em artes marciais; a ociosa Hurley (Jon Favreau), que não suporta injustiças; a toupeira Speckles (Nicolas Cage), dotada de grande discernimento e inteligência, e o hamster Bucky (Steve Buscemi), que se esforça por ultrapassar os seus graves problemas territoriais. Munidos de tecnologia de ponta e um treino intensivo, estes heróis vão descobrir que o mundo está sob o domínio de um milionário diabólico. Agora está nas suas mãos (perdão, patas) a salvação de todos. A segunda longa de Hoyt Yeatman é uma produção de Jerry Bruckheimer (um nome associado a filmes como "Armageddon", "Fortaleza Voadora" ou "O Rochedo" e a séries como CSI e Sem Rasto).
DESCRIÇÃO O livro "Um conto de Natal" de Charles Dickens foi publicado pela primeira vez; o primeiro voo controlado dos irmãos Wright; Os Simpsons estreiam no canal Fox; Paracelso; D. Maria I, a Louca; Érico Veríssimo; Fernando Lopes-Graça; The Platters cantam "The Great Pretender";
DESENHOS PARA COLORIR ELEFANTE ELEPHANT 大象 OLIFANT слон Słoń elefantin eilifint ; DESIGNS FOR COLOR ; DESSINS POUR LA COULEUR ; Entwürfe für Farbe ; 外觀設計著色 ; ΣΧΕΔΙΑ ΧΡΩΣΤΙΚΕΣ ; ONTWERPEN COLORING ; DESAIN Mewarnai ; デザインぬりえ ; ПРОЕКТЫ раскраски ; ПРОЕКТИ розмальовки ; TASARIMLAR BOYAYICI ; MALLIOIKEUS Coloring ; Diseños de color ; والنماذج التلوين
HISTÓRIA :O leopardo, a girafa e o elefante
António Torrado escreveu
Cristina Malaquias ilustrou
Passa-se na selva a história que vou contar. Nela entram três personagens principais, o leopardo, a girafa e o elefante, mas a mim apetece-me mais começar pelos macacos. Empoleirados nas árvores, os macacos ocupam o dia a troçar da vizinhança, isto é, dos restantes bichos da selva.
- Do elefante é que não há nada a declarar - diz uma macaca velha, fazendo um trejeito malicioso. Começam todos os macacos numa grande algazarra: - É trombudo. - Patudo. - Orelhudo. - É pesadão. - Molengão.
- Paspalhão. - Mas é bom, um bonzão - concluiu a macaca velha. Nisto estão todos de acordo. O elefante pode não ser bonito, segundo as normas de beleza dos macacos, mas não molesta ninguém. Essa é que é essa.
- Vê-lo a ele muito gordalhufo, ao lado da espirra-canivetes da girafa, dá-me cá uma vontade de rir... - e o chimpanzé que isto diz ri-se, mostrando os dentes amarelos. - Protege-a, desde pequena.
Os pais da girafa foram apanhados numa cilada de caçadores e ele tomou-a à sua conta. Dizem que tem feito muito por ela - explica outro macaco. Divertido com a conversa, um saguim intervém: - Quem não deve gostar nada dessa amizade é o velho leopardo malhado e pelado.
Se não fosse o medo que ele tem ao elefante, já a girafa, a estas horas, era um monte de ossos para os chacais roerem... Nestas e noutras conversas gasta a macacaria o seu tempo. Depois digam que são os papagaios os palradores... Na verdade, há muito que o leopardo espiava a girafa e o elefante.
De uma vez que viu a girafa no riacho, junto à cascata, a tomar banho, enquanto o elefante, perto da margem, cabeceava de sono, o leopardo aproximou-se dele e falou assim: - Ah, meu amigo! O seu bom coração quase pesa tanto como o seu corpo todo. A girafa deve-lhe tudo.
O meu amigo amparou-lhe os primeiros passos, abrigou-a, acarinhou-a e, graças a si, ela fez-se a linda girafa, que ambos contemplamos, enternecidos. Belo exemplo, meu amigo, para toda essa bicharia perversa. Isto declamava, numa voz comovida, o leopardo. Para fazerem uma ideia, basta que vos diga que a cada vírgula corresponde um soluço. Farsante!
- Só é de lamentar que não saiba agradecer os seus sacrifícios com idêntica generosidade... - sussurrou o leopardo. Neste passo da conversa, o elefante, que tudo ouvira sem manifestar grande interesse, levantou a tromba em ponto de interrogação: - Que quer dizer?
Fale com mais clareza, criatura. Deu dois passos em frente o leopardo e segredou: - Andam para aí a murmurar... E o leopardo tentou convencer o elefante, por meias palavras, de que a girafa, nas suas costas, o tratava por "paquiderme", palavra muito ofensiva entre os elefantes. - Não acredito.
Acreditasse ou não, o elefante nunca mais voltou a correr ao lado da girafa. Certo era que ela também deixara de correr. Sem a companhia do seu amigo de sempre, que graça tinham as correrias?
Isto constou na selva e espicaçou a curiosidade dos macacos, de tal forma que resolveram mandar um emissário convocar os dois amigos desunidos, a fim de tirar mais informações. - Vejo-os muito tristes e cada um para seu lado - disse o macaco emissário, assim que os juntou. - Que se passa?
A girafa, coitada dela, não sabia. Muito amuado, o elefante acabou por confessar: - Calcula que, nas minhas costas, andam a chamar-me "paquiderme" - e olhou de lado para a girafa. O macaco não ficou espantado: - Bem sei. Do leopardo tudo se deve esperar... - Do leopardo? - estranhou o elefante.
- Pois claro. O leopardo, de há uns tempos para cá, tem vindo a espalhar que o nosso estimável amigo elefante é um "paquiderme" da pior espécie e que, por esse motivo, a girafa já cortou relações consigo - explicou o macaco. - Eu nem sei o que é um "paquiderme" - disse a inocente girafa.
Estava desfeito o engano e esclarecidos os escondidos intentos do leopardo intriguista. - Vou dar-lhe uma lição - exclamou o elefante, escavando com as patas na terra e chicoteando o ar com a robusta tromba . - Faça constar entre os macacos e a restante bicharada que, realmente, eu e a girafa nos desentendemos de vez e que cada um foi para seu lado.
Estava o leopardo a afiar as garras, quando ouviu o que na selva se contava. - Desta não escapas, girafinha! - assobiou ele, de bigodes eriçados. Ele é que não escapou, ai não, porque a cólera do elefante, animal paciente até onde se pode ser, não perdoa.
Lançado a muitos quilómetros de distância, o leopardo não ganhou para o susto nem para os curativos. De aí em diante passou a andar sempre sozinho e nunca sai senão de noite, quando os elefantes dormem.
Artur e a Vingança de Maltazard Título original: Arthur et la vengeance de Maltazard De: Luc Besson Argumento: Luc Besson Com: Snoop Doggy Dogg (Voz), Asa Butterfield (Voz), Mia Farrow (Voz), Freddie Highmore (Voz) Género: Animação, Aventura Classificacao: M/6
FRA, 2009, Cores, 93 min.
Depois de longos meses de espera, chega finalmente o fim do décimo ciclo da Lua. Artur pode então regressar ao mundo dos Minimeus e reencontrar Selénia, a princesa que ele nunca conseguiu esquecer. No pequeníssimo mundo subterrâneo, todos se aprontam para o receber com uma enorme festa de boas-vindas. Mas tudo se complica quando o pai de Artur decide que as férias do filho em casa dos avós terminaram, enviando uma mensagem de que chegará nesse mesmo dia para o levar de volta. Quando está prestes a partir com o pai, uma estranha aranha entrega-lhe um grão de arroz com um pedido de ajuda de Selénia. Nesse momento ele compreende que, independentemente de tudo o resto, terá de regressar à vila dos Minimeus e ajudar a salvar o seu pequeno mundo... O filme sequela de "Artur e os Minimeus", também realizado pelo francês Luc Bresson.
1- Reduza o consumo comprando apenas os produtos necessários (ex: faça uma lista de compras e vá às compras depois das refeições. Controle o seu orçamento) 2- Opte por produtos sem embalagem desnecessária (ex: compre produtos ao kilo, compare os pesos líquidos dos produtos e prefira embalagens familiares) 3- Faça compostagem caseira com os restos da cozinha e do jardim (ex: use o composto para cultivar plantas aromáticas ou uma horta) 4- Use o autocolante da publicidade não endereçada (ex: peça ao Instituto do consumidor ou imprima na internet) 5- Prefira bebidas engarrafadas em embalagens de tara retornável. Se a água da zona em que reside é de qualidade, beba água da torneira (ex: garrafas de vidro com tara) 6- Opte por produtos não perigosos (ex: pilhas recarregáveis, transformadores, termómetros digitais, detergentes ecológicos) 7- Na escolha de bens, tenha em conta a sua durabilidade e potencial de reutilização (ex: electrodomésticos, brinquedos) 8- Vá às compras com um trolley ou leve sacos reutilizáveis. 9- Ao cozinhar, tenha em conta as quantidades necessárias e aproveite os alimentos na totalidade para evitar o desperdício alimentar. Conserve os alimentos de forma adequada (ex: faça compotas, açordas e use os talos dos legumes, consulte o guia de conservação de alimentos da Lipor) 10- Reutilize o papel e imprima com moderação, reflectindo sobre aquilo de que realmente necessita (ex: use folhas de rascunho)
9, 10, 16 e 17 de Dezembro - Quinta da Gruta, Maia
Ainda acredita no Pai Natal e que os Recursos Naturais são infinitos? Desengane-se! Participe no Worhshop "ECO NATAL", organizado pelo Núcleo Regional do Porto da Quercus, a realizar nos dias 9, 10, 16 e 17 de Dezembro na Quinta da Gruta, na Maia e recolha algumas ideias para um Natal mais em sintonia com o ambiente e com menos desperdício.
O Natal é uma época que leva ao consumo excessivo de recursos naturais: nas prendas, nos embrulhos, nos enfeites, nas árvores... e isto sente-se na sua carteira e no ambiente!
Propomos um Natal mais ecológico reutilizando materiais e, com alguma criatividade, concebendo as suas próprias prendas e decorações originais.
Por tudo isto, lançamos o desafio, dias 9, 10, 16 e 17 de Dezembro, a partir das 14Horas 30 minutos nas nossas instalações na Quinta da Gruta- Maia.
Planeta 51 Título original: Planet 51 De: Jorge Blanco, Javier Abad Com: Dwayne Johnson (Voz), Jessica Biel (Voz), Gary Oldman (Voz) Género: Animação, Comédia Classificacao: M/4
ESP, 2009, Cores, 91 min.
Esta é a história de Chuck Baker (voz de Dwayne Johnson, The Rock), um astronauta que, numa viagem de reconhecimento, acaba por ser forçado a uma aterragem de emergência no Planeta 51, dando de caras com um mundo igual ao seu, na Terra. Eufórico, não perde tempo a cravar a bandeira dos EUA. Até que percebe que afinal o lugar é habitado! E quando os pacíficos habitantes do planeta dão de caras com aquele estranho ser, o caos instala-se. É que, tal como os terráqueos, também eles têm pavor de serem invadidos por criaturas alienígenas... Alguns imprevistos depois, Chuck faz amizade com Lem, um adolescente com todas as características e complicações dos terrestres da sua idade, que concorda em ajudá-lo a regressar à nave-mãe. Mas, para isso, eles têm de conseguir escapar ao Exército do Planeta 51, liderado pelo general Grawl, cuja prioridade máxima é capturar o astronauta para investigação e testes. Realizado por Jorge Blanco e escrito por Joe Stillman (argumentista de "Shrek" e "Shrek 2").
A decorrer em plena época natalícia, a Quinta do Castelo de Santa Maria da Feira transformar-se-á num parque temático, onde poderemos encontrar muitas das personagens que compõem o imaginário infantil.
Um cenário idílico que após um abracadabra e uns pozinhos de perlimpimpim converter-se-á na “Terra dos Sonhos”.
Ao entrar no portão da “Terra dos Sonhos” vai sentir de imediato, para além do espírito natalício, a magia dos contos de fada e das fábulas tão presentes na memória de todos! Ficará envolvido num ambiente encantado, em que sentirá que a “Terra dos Sonhos” é mesmo o mundo do “Era uma vez…!” e do “E viveram felizes para Sempre!”.
Mas… há um sítio muito especial que fascinará todas as crianças.
A Casa do Pai Natal!
O Pai Natal abrirá as portas da sua casa para receber todos visitantes. Mas… ao mesmo tempo não vai descuidar o seu trabalho, pois tem que ler as cartas que lhe são enviadas pelos meninos e pelas meninas de todo o mundo.
Só assim, e em conjunto com os seus amigos elfos, poderá satisfazer os desejos dos mais novos!
E se ainda não tiver escrito a carta ao Pai Natal?!?
Há um “cantinho” mágico, destinado a todos os que querem escrever a sua carta. Depois é vê-la viajar pela “Terra dos Sonhos” até à Casa do Pai Natal.
Continua a existir uma criança dentro de cada um de nós. Entre no universo encantado e deixe a sua imaginação transportá-lo para a “Terra dos Sonhos”.
Óbidos reinventa o tema da Magia do Natal para dar cor e forma à quarta edição da Vila Natal. De 28 de Novembro a 3 de Janeiro, o espectáculo acontece com brilho, estrelas, luzes e, claro, muita magia na vila e castelo de Óbidos. A grande aposta deste ano é o "Musical de Natal", um espectáculo que pretende recriar o tema principal. Com o castelo de Óbidos em pano de fundo, os bailarinos, coro e orquestra interpretam conhecidas canções de Natal. Há também espectáculos de magia para crianças e teatro - com "O Mistério das Prendas" e a "Ópera dos Brinquedos" -, oficinas, uma praça com cem árvores de Natal (Praça de Santa Maria) e uma exposição de presépios (de 1 de Dezembro a 3 de Janeiro na vila de Gaeiras). TELEFONE 262959231 LOCAL Óbidos, Castelo e Vila de Óbidos -
HORARIOS De 28-11-2009 a 03-01-2010 Sábado das 11h00 às 22h00 Segunda, terça, quarta, quinta e domingo das 11h00 às 20h00 PREÇO Entrada gratuita até aos 3 anos; 3€ (dos 3 aos 11 anos); 5€ (M/12) SÍTIO OFICIAL http://www.obidosvilanatal.pt
Seca mata milhares de peixes no Brasil Pescadores percorrem nas suas canoas o rio Manaquiri, um afluente do Amazonas, no Brasil. Depois de uma época de cheias veio a seca e milhares de peixes começaram a aparecer mortos. Foto: Bruno Kelly/Amazonaspress/Reuters
Um Conto de Natal Título original: A Christmas Carol De: Robert Zemeckis Com: Jim Carrey, Steve Valentine, Daryl Sabara Género: Animação, Fam, Fantasia Classificacao: M/6
EUA, 2009, Cores, 96 min.
Ebenezer Scrooge é um velho de coração duro que não acredita no espírito natalício. Na véspera de Natal recebe a visita de três fantasmas: do Natal Passado, Presente e Futuro. Com eles fará uma reflexão sobre a sua maneira de viver e de como isso o impede de ser feliz e trazer felicidade aos que o rodeiam. Mais uma versão animada do célebre conto de Charles Dickens sobre a avareza, materialismo e a importância do amor. Depois do "Polar Express" e "Beowulf", Robert Zemeckis regressa à animação digitalizada, desta vez com os gestos e emoções do expressivo Jim Carey que dá vida às quatro personagens principais.
DESENHOS PARA COLORIR CAVALO HORSE 马 CABALLO CHEVAUX CAVALLI ΑΛΟΓΑ 馬 КОНИ HÄSTAR ; DESIGNS FOR COLOR ; DESSINS POUR LA COULEUR ; Entwürfe für Farbe ; 外觀設計著色 ; ΣΧΕΔΙΑ ΧΡΩΣΤΙΚΕΣ ; ONTWERPEN COLORING ; DESAIN Mewarnai ; デザインぬりえ ; ПРОЕКТЫ раскраски ; ПРОЕКТИ розмальовки ; TASARIMLAR BOYAYICI ; MALLIOIKEUS Coloring ; Diseños de color ; والنماذج التلوين
HISTÓRIA - O CAVALO E A FORMIGA
O cavalo e a formiga não se davam. Nem se conheciam. A formiga na sua vida, sempre enfiada no carreiro para cá e para lá, à cata de provisões para abastecer a despensa, não prestava atenção ao que se passava muito acima dela, lá no mundo dos bichos grandes.
Por sua vez, o cavalo, que tinha sido treinado a saltar obstáculos, sempre ocupado nos seus exercícios desportivos, não fazia a mínima ideia de que existissem formigas. Mas os dois iam encontrar-se por artes mágicas, as artes mágicas de que se fazem as histórias. Chama-se imaginação e garanto que não custa nada. Experimentem.
Por onde havemos de começar? Pela formiga trabalhadeira ou pelo cavalo desportista? Tanto faz. O certo é que a vida deles vai cruzar-se, em circunstâncias assaz estranhas, desagradáveis, direi mesmo trágicas. Mas não nos precipitemos nem tão-pouco inquietemos quem nos está a acompanhar.
Um cavalo de um lado. Uma formiga de outro. Fazê-los coincidir na mesma história é como desenhar um laçarote com duas fitas, vindas de dois pontos extremos e simétricos. Espero que não me trema a mão no desenho nem me embarace na laçada. Tudo isto são rodeios de quem lhe custa a avançar. Mas tem de ser.
O cavalo ia participar num concurso hípico, acontecimento de responsabilidade, com muito público a assistir. A formiga corria pelo meio das ervas, de patinhas nervosas e antenas agitadas, sem que ninguém a visse. Era a vez de o cavalo concorrer. Saltou um obstáculo, saltou dois e com tal desenvoltura e elegância que ouviu aplausos.
O cavaleiro que montava o cavalo julgou que eram para ele, mas quem os merecia mais era o cavalo. Nisto levanta-se um ventinho rente ao chão que rodopiou, depois, no ar, soprado não se sabe de onde. Quando convém, chama-se o vento e ele vem dar força às histórias que a gente não sabe como há-de continuar...
Com o ventinho soltaram-se grãos de pó e areia. Até a formiga, apanhada no remoinho voou, assarapantada, pelos ares fora. - Ai que me vou desta - exclamou a pobrezinha. Não foi! A viagem nas ondas do vento durou um instante, mas para o coração da formiga foi um sufoco.
Logo poisou e se agarrou a uma superfície lisa, escorregadia, húmida. Na tribuna do público soltou-se um longo: "Ahhhh!"- de desalento. À beira do novo obstáculo o cavalo recusava-se a saltar. Bem o fustigava nos flancos o cavaleiro. O cavalo fazia que sim com a cabeça, mas fazia que não com o corpo e espumava, espumava de desespero.
Não menos desesperada estava a formiga, aquilo a que ela se agarrara movia-se, resvalava, fugia-lhe e ela não se tinha em pé... Entretanto o cavalo esporeado pelo cavaleiro tenta no último esforço vencer o obstáculo, mas as patas traseiras não sobem o suficiente e o cavalo tropeça, cai, arrastando na queda quem o montava.
Levanta-se em peso o público na tribuna: "Ficou ferido? Magoado?" - claro que se referem ao cavaleiro. Vá lá que não houve desgraça! Um entorse para o cavaleiro, que sai do campo coxeando enquanto puxa as rédeas do cavalo, também combalido, como se compreende.
A superfície trémula, viscosa, deslizante, a que a formiga se segurara, começou a brotar água, como se ela estivesse em cima de uma nascente, mas uma nascente de água salgada. - Ai que me afogo - gritou a pobrezinha. Quem a ouvia? Quem acode ao grito de uma formiga? Quem ouve o sobressaltado coração de uma formiga em perigo?
Só nas histórias conseguimos. Nesta, por exemplo. E condoemo-nos. E vamos salvá-la. Humilhado com aquele fracasso, provocado por uma impressão que sentira num dos olhos, o cavalo regressou à cavalariça. Que não desanime. Vai ter mais oportunidades, ganhar concursos, receber taças que o cavaleiro arrecadará para a sua colecção.
O mais justo era que as dividisse com o cavalo. Mas, adiante. Naquela ocasião o cavalo sentia-se deprimido. E chorou uma lágrima. Uma, duas, três que bem as contei. Numa delas escorregou a formiga, a nadar de bruços no meio da água salgada, até chegar a terra, isto é, ao chão da cavalariça.
Sacudiu-se do molhado e lá foi à sua vida de trabalhadora incansável. Nunca ela perceberia o que lhe tinha acontecido. Nem ela nem o cavalo. Só nós é que sabemos a história toda.
A NASA – Agência Espacial norte-americana lançou um jogo na Internet que permite aos cibernautas navegar até Marte. O jogo tem por base imagens enviadas do planeta vermelho para Terra ao longo de quase 50 anos
No jogo, denominado Be a Martian – Seja um marciano -, os utilizadores podem obter informação sobre o planeta Marte assim como contribuir para a análise de todo o material disponibilizando, o que, segundo a NASA, irá permitir novas descobertas com base nos dados arquivados ao longo dos anos.
SE OS TRANSPORTES PÚBLICOS NÃO FOREM ALTERNATIVA VIÁVEL, PARTILHE O SEU CARRO COM UM COLEGA. SE GUIAR MENOS 24 KMS POR SEMANA CORTA 408 KGS DE DIÓXIDO DE CARBONO.
A desflorestação da Amazónia caiu no último ano para o nível mais baixo desde 1988. Entre Julho de 2008 e Agosto de 2009, foram derrubados 7008 quilómetros quadrados de floresta, menos 45 por cento do que na estação anterior, segundo dados divulgados anteontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O pico máximo da desflorestação ocorreu em 1994/95, quando se perderam 29 mil quilómetros quadrados de floresta – o equivalente a quase um terço da área de Portugal. Outro pico teve lugar em 2003/2004, com 27 mil hectares. Desde então, o valor tem vindo a cair, salvo uma ligeira subida em 2007/2008.
Os resultados deste ano ainda são preliminares e têm uma margem de erro de dez por cento. “Estes números são bastante confiáveis e, quando há revisão, ficam dentro da margem de erro”, disse o director do Inpe, Gilberto Câmara, num evento de apresenção dos dados, citado pela edição online do jornal O Estado de São Paulo.
O Presidente Lula da Silva, outros membros do Governo e ministros dos estados da Amazónia assistiram ao evento. “Estamos a limpar a casa”, disse a chefe de gabinete de Lula, Dilma Rousseff, provável candidata presidencial nas próximas eleições, em 2010. Lula da Silva disse que os resultados deste anos foram “extraordinários”.
O Governo acredita que as políticas para conter a desflorestação estão a dar certo. Mas ambientalistas contestam, argumentando que um dos principais factores é a queda do preço dos produtos alimentares, aliviando a pressão por mais áreas agrícolas.
O Brasil anunciou esta semana que quer cortar em 40 por cento as suas emissões de gases com efeito de estufa até 2020 e que metade deste esforço pode ser atingido pela contenção da desflorestação. “Hoje, estamos conscientes de que a questão climática é a mais séria que estamos a enfrentar”, disse Lula da Silva, citado pela agência Reuters.
12-11-2009 15:49:00 Um recomeço verde Um pequeno ramo nasce no tronco de uma árvore morta na floresta protegida de Kerumutan, na província de Riau, na Indonésia. Foto: Beawiharta/Reuters
A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar.
O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se o mais azarado dos dias.
Esta superstição pode ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.
Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio.
Além da justificativa cristã, antes disso existem duas outras versões que provêm da mitologia nórdica que explicam a superstição. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituidos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.
Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.
Há muito, muito, muito tempo, vivia no mar a baleia, que comia peixes. Ainda ela, nesse tempo, podia comer peixes. Comia sardinhas e tainhas, gorazes e roazes, bugios e safios, pescadas e douradas, bacalhaus e carapaus. Todos os peixes que ia encontrando deitava-lhes a boca, - ão! Por fim, só havia no mar um salmonete vermelhete, que nadava sempre atrás da orelha esquerda da baleia, para ela lhe não fazer mal. Um dia, a baleia pôs-se a pensar muito séria, e disse assim :
- Tenho fome !
E o salmonete vermelhete, com a sua voz muito agudita, disse à baleia :
- Nobre e generoso cetáceo : já experimentou comer homens?
- Não - respondeu a baleia. - A que sabe? como é?
- Bom, mas traquinas - respondeu o salmonete vermelhete.
- Então, vai-me buscar três dúzias deles - ordenou a baleia.
- Basta um de cada vez - disse o salmonete vermelhete. - Se for à latitude 60 graus norte e longitude 40 graus oeste (isto, amigos, são umas palavras mágicas que o salmonete lá sabia) encontrará uma jangada feita de tábuas, e sobre a jangada um marinheiro náufrago de calças de ganga azul, uma faca de ponta aguda, e suspensórios encarnados (não se esqueçam dos suspensórios!). O marinheiro, devo dizer-lhe, é arguto, astuto, e resoluto.
A baleia, então, foi aonde lhe disse o salmonete vermelhete, e encontrou a jangada e o marinheiro. Aproximou-se, abriu a bocarra imensa, e engoliu a jangada e o marinheiro, com as calças de ganga azul, com a faca de ponta aguda e com os suspensórios encarnados (nunca se esqueçam dos suspensórios!). E assim a baleia arrecadou tudo na despensa escura, quentinha e fofazinha, que tinha lá dentro do seu corpanzão. E como gostou, deu três estalos com a língua e três voltas sobre a cauda, levantando muita espuma.
O marinheiro (que era arguto, astuto, e resoluto) mal se viu dentro da baleia. na despensa escura, quentinha e fofazinha, pulou, saltou, rebolou, cambaleou, espinoteou, dançou, sapateou, fandangueou, esperneou, gritou, berrou, cantou, estrondeou tanto, tanto, tanto, que a baleia se sentiu com enjoos, engulhos e soluços (já se esqueceram dos suspensórios?). E disse a baleia ao salmonete vermelhete :
- O teu homem é muito traquinas, e dá-me engulhos. Que hei-de eu fazer?
- Diga-lhe que saia cá para fora - respondeu o salmonete vermelhete.
E a baleia gritou pela garganta abaixo:
- Saia cá para fora, homenzinho, e veja se tem juízo!
- Isso é que eu não saio- respondeu o homem. - Leve-me primeiro para a minha terra, e depois veremos o que se poderá fazer.
E pôs-se outra vez a saltar, a pular, a espinotear e a rebolar.
- O melhor é levá-lo para casa- aconselhou o salmonete vermelhete. - Eu já tinha prevenido a senhora baleia de que o marinheiro era arguto, astuto e resoluto.
E a baleia nadou, nadou, nadou, dando à cauda e às barbatanas, mas sempre com soluços e muito enjoada. Quando avistou a terra do marinheiro, nadou para a praia, pôs a boca sobre a areia, abriu-a muito, e disse:
- Cá chegámos à sua terra!
O marinheiro, que era na verdade arguto, astuto e resoluto, tinha durante a viagem puxado da sua faca de ponta aguda, e cortado as tábuas da jangada em fasquiazinhas muito estreitas, que ligou muito bem com tiras dos suspensórios (bem lhes dizia eu que não se esquecessem dos suspensórios!) e fez com elas uma grade que empurrou, ao sair, contra a garganta da baleia. E, deixando a grade bem presa na garganta da baleia, saltou para terra e foi ter com a mãe, com a qual viveu muito contente.
A baleia foi-se embora também muito contente, assim como o salmonete vermelhete; mas a grade é que nunca mais saiu da garganta da baleia. E por isso é que a baleia nunca mais pôde comer homens, nem meninos, nem peixes - nem sardinhas nem tainhas, nem gorazes nem roazes, nem bugios nem safios, nem pescadas nem douradas -, porque os peixes não podem passar pelas grades da garganta, mas só bichinhos pequeninos, como, por exemplo, as pulgas-do-mar.
Pouco depois, o marinheiro casou e viveu muito feliz; tinha em casa as calças de ganga azul e a navalha de ponta aguda; mas não tinha os suspensórios, porque esses ficaram a atar a grade, muito apertada. que só deixa passar bichinhos pequeninos - como as pulguinhas-do-mar - na garganta da baleia.
Martinho nasceu no ano de 316, em Sabária ( actual Hungria ). O seu pai era soldado do exército romano e deu-lhe uma educação cristã. Aos 15 anos Martinho foi para Itália e alistou-se no exército Romano, tornando-se mais tarde num general rico e poderoso.
Um dia de regresso a casa, cavalgava debaixo de forte tormenta. A chuva e o granizo caíam copiosamente, o vento, furioso, uivava e o frio parecia esmagar os ossos... Numa curva do caminho, deparou com um mendigo que, quase nu, se confundia com os troncos mirrados e enegrecidos da beira da estrada. Este, estendia um braço descarnado em busca de algum auxílio que o salvasse de uma morte certa.
O general, de coração apertado por tamanha desgraça, apeou-se do cavalo e passou a sua mão carinhosamente pela do pobre. Em seguida, desprendeu a espessa e quente capa que o protegia e, com um golpe seguro de espada, dividiu-a em duas partes. Estendeu uma das metades ao mendigo e agasalhou-se o melhor que pode com a restante...
Apesar de mal agasalhado e a chover torrencialmente, Martinho continuou o seu caminho, cheio de felicidade... Então, o bom Deus , ao presenciar este gesto, fez desaparecer a tempestade. O céu ficou límpido e surgiu um sol de estio, cheio de luz e calor. Nos três dias que ainda durou a viagem, um Sol radioso acompanhou o general .
É assim que todos os anos, em Novembro, somos presenteados com, pelo menos, três magníficos dias de Sol , para que a memória dos homens, tantas vezes curta não se esqueça do desinteresse do gesto que salvou a vida ao mendigo. - É o Verão de S. Martinho.
PROVÉRBIOS POPULARES (S. MARTINHO)
- No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho. - Mais vale um castanheiro do que um saco com dinheiro. - Dia de S. Martinho fura o teu pipinho. - Do dia de S. Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o teu bornal. - Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho. - Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho. - Se queres pasmar teu vizinho lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho. - Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho. - Pelo S. Martinho, prova o teu vinho, ao cabo de um ano já não te faz dano. - Pelo S. Martinho mata o teu porco e bebe o teu vinho. - Pelo S. Martinho semeia favas e vinho. - Pelo S. Martinho, nem nado nem cabacinho. - Água-pé, castanhas e vinho faz-se uma boa festa pelo S. Martinho.
A ameaça de extinção a plantas e animais não pára de aumentar. Hoje, a UICN (União Internacional para a Conservação) revelou a actualização da Lista Vermelha. Das 47.677 espécies registadas, 17.291 estão ameaçadas de extinção.
Segundo esta lista, estão ameaçados 21 por cento de todas as espécies de mamíferos conhecidas para a ciência, 30 por cento dos anfíbios, 12 por cento das aves, 28 por cento dos répteis, 37 por cento dos peixes de água doce, 70 por cento das plantas e 35 por cento dos invertebrados.
“É cada vez mais claro e evidente que está a formar-se uma séria crise de extinções”, comentou Jane Smart, directora do Grupo de Conservação da Biodiversidade da UICN, em comunicado. “Em Janeiro será lançado o Ano Internacional da Biodiversidade. Mas a análise mais recente da Lista Vermelha da UICN mostra que a meta para 2010 de reduzir a perda de biodiversidade não será alcançada”, lamentou. “Já é altura de os Governos começarem a falar a sério sobre a conservação das espécies e colocar a questão no topo das suas agendas para o próximo ano. Estamos a ficar sem tempo”.
A Lista Vermelha revela que dos 5490 mamíferos do planeta, 79 estão extintos ou extintos na natureza, 188 estão Criticamente Ameaçados, 449 estão Ameaçados e 505 estão Vulneráveis.
Agora, esta lista tem 1677 espécies de répteis, 293 das quais acrescentadas este ano. No total, 469 estão ameaçadas de extinção e 22 já estão extintas ou extintas na natureza.
“Os répteis do planeta estão, sem dúvida, a sofrer, mas a situação pode ser muito pior do que parece”, comentou Simon Stuart, responsável pela Comissão da UICN para a Sobrevivência das Espécies. “Precisamos de uma avaliação de todos os répteis para compreender a gravidade da situação. Mas não temos os dois ou três milhões de dólares [1355 milhões ou 2032 milhões de euros] para a fazer”, salientou.
Actualmente, 1895 das 6285 espécies de anfíbios estão em perigo de extinção, tornando-os no grupo mais ameaçado. Destes, 39 estão extintos ou extintos na natureza, 484 estão Criticamente Ameaçados, 754 estão Ameaçados e 657 estão Vulneráveis.
Quanto às plantas, das 12.151 espécies na Lista Vermelha, 8500 estão ameaçadas de extinção, com 114 já extintas ou extintas na natureza.
A Lista tem 7615 espécies de invertebrados, 2639 estão ameaçados de extinção, e 2306 moluscos, 1036 dos quais estão ameaçados. Além disso, 3120 espécies de peixe de água doce figuram agora na Lista, quando no ano passado eram 510.
“Estes resultados são apenas a ponta do iceberg. Só conseguimos avaliar 47.663 espécies até agora: há muitos mais milhões lá fora que podem estar gravemente ameaçados”, comentou Craig Hilton-Taylor, gestor da Unidade da Lista Vermelha da UICN.
Em Defesa da Terra 3D Título original: Battle for Terra 3D De: Aristomenis Tsirbas Com: Evan Rachel Wood (Voz), Brian Cox (Voz), Luke Wilson (Voz), Dennis Quaid (Voz) Género: Animação, Aventura Classificacao: M/6
EUA, 2007, Cores, 85 min.
Numa galáxia longínqua, existe um magnífico planeta onde reina a paz, a tolerância e a prosperidade. Curiosamente, esse planeta também se chama Terra (no original, em inglês). Um dia, é invadido por uma nave de humanos que, tendo esgotado todos os recursos do seu planeta de origem, decidem procurar um novo lugar para viver e assim garantir a sobrevivência da espécie. Os pacíficos habitantes de Terra são, assim, forçados a travar uma luta de vida e morte contra a invasão de seres pouco amistosos e determinados a conquistar todo o seu planeta. Uma luta entre terranos e terráqueos, numa animação, do canadiano Aristomenis Tsirbas, que dá lugar à reflexão sobre o futuro da humanidade, explorando a ficção científica de um modo menos convencional. Será que os fins justificarão todos os meios, mesmo quando em causa está a extinção da Humanidade?
Alguns acreditam que as leis da física não se aplicam ao Triângulo das Bermudas e este é um dos únicos dois lugares do mundo onde uma bússola não aponta para o norte magnético.
Através dos anos centenas de barcos e aviões desapareceram na área do Oceano Atlântico entre Bermuda, Porto Rico e Fort Lauderdale. Um dos desaparecimentos mais famosos aconteceu em dezembro de 1945, quando o Vôo 19 – cinco aviões de bombardeiro da marinha – sumiram durante um exercício de treinamento.
Uma explicação para o misterioso desaparecimento de navios inteiros poderia ser as grandes bolsas de gás que são comuns no leito do mar nesta área. Quando o gás sobe para a superfície, ele dissolve na água, diminuindo a flutuação e causando o naufrágio de navios.